ANA ELZA de OLIVEIRA SILVA RA: 21719
APARECIDA M.V. de OLIVEIRA RA: 21699
DANIEL RAMOS de MORAES RA 21741
MARIA IDECÁCIA F. SILVA RA: 23526
NOEMI CRISTINE M.M. de BRITO RA: 22077
TEMPOS MODERNOS - Charlie Chaplin (1936)
Tempos Modernos nos remete ao início do período industrial americano. O filme mostra o domínio das máquinas e da modernização sobre a vida dos humanos e a alienação que a industrialização trouxe durante aquela época a mente das pessoas.
O personagem identificado apenas como um trabalhador industrial caracteriza perfeitamente o trabalhador fordista, especializado o bastante a ponto de conhecer apenas uma etapa da produção e desconhecer o produto final. Ele fica preso às esteiras inventadas na fábrica e o único momento de “descanso” é o almoço, porém vimos como os empresários tentam minimizar o tempo do almoço para maximizar a produção chegando a inventar uma máquina alimentadora de operários.
Com jornadas de trabalho elevadíssimas, o trabalhador é levado a condições extremas. Tal fato é materializado no filme quando o trabalhador, esgotado do trabalho, chega a ter uma crise nervosa.
Outra cena que nos chamou a atenção também, foi aquela em que o operário é engolido pela maquina. Isso é uma das maiores fontes causadoras de stress no mundo hoje.
Mas no filme, Chaplin também quis passar uma mensagem social. A sociedade sócio e economicamente desigual representada de forma caótica, com um grande número de desempregados e faminta. Em algumas cenas podemos ver muitas dificuldades para se conseguir emprego fazendo com que alguns cheguem ao cúmulo de roubar comida para sobreviver, como acontece com o personagem de Chaplin, com a garota que se tornara a sua esposa, assim como também no momento que Chaplin encontra um ex-companheiro de trabalho de quando trabalhavam na fábrica e que fora roubar a loja de departamentos onde Chaplin estava trabalhando como vigia noturno, mas que na verdade, tinha a intenção apenas de matar a fome.
Não podemos deixar de comentar as diversas situações onde Chaplin é preso injustamente, o que poderia levá-lo a uma revolta contra tudo e todos se tornando realmente um “fora da lei”, mas Chaplin tenta nos mostrar que mesmo caindo varias vezes ele nunca desiste de seu sonho, para isso tem que ter determinação e perseverança. “Levante a cabeça - nunca desista! Nós iremos nos virar!” diz Charles Chaplin.
Essa cena do final do filme mostra que, mesmo a vida sendo dura, devemos seguir em frente com o sorriso no rosto.
Trazendo tudo isso para os dias atuais e para dentro da nossa realidade como enfermeiros, podemos fazer um comparativo e uma analise de como podemos nos tornar mecanicistas com divisão de trabalho, especialização do operário e padronização da assistência que visam menos gastos e mais lucros as instituições etc.
O mais importante na mensagem desse filme é percebermos que não podemos cuidar do homem como uma peça de engrenagem ou de uma máquina qualquer, mas ter a consciência de que nosso objeto de trabalho e produção é muito mais complexo que isso. O cuidar do ser humano requer muito mais instrumentos e principalmente conhecimentos.
Não podemos ficar presos em esteiras dominando apenas uma etapa da produção sem saber qual é o produto final. Tão pouco deixar que a máquina do desconhecimento nos engula. Muito menos que a rotina estressante tire nosso sorriso e nossa vontade de sonhar com dias melhores.
postado por: Fabiana Felix
Blog da disciplina de Gestão do cuidar, 7o semestre A noturno 2011,graduação em enfermagem da UNIITALO
Quem somos nós
- Gestão UNIÍTALO
- Somos alunos de Enfermagem do período noturno - 7o semestre A 2011 da UNIITALO
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Tempos Modernos de Chales Chaplin
Ana Claudia Resende RA 21805
Lidiane Silva RA 21807
Margarete Teixeira RA 21811
Vânia Barbosa
Filme: Tempos Modernos de Chales Chaplin
O filme relata a vida de um homem que trabalha em uma fabrica onde seu trabalho e quase escravo.
Por trabalhar muito e quase não ter tempo nem para almoçar o homem entra em colapso nervoso e é internado em um hospital psiquiátrico.
Ao sair do hospital depois de um tempo internado ele é confundido com um líder comunista e vai preso.
Quando ele sai da cadeia encontra com uma menina órfã que tem que roubar alimentos para sobreviver, pois suas irmãs estão em um orfanato e somente ela conseguiu fugir, ele logo se apaixona por ela, mas com um amor paternal e faz de tudo para ajudá-la.
Tenta novamente arrumar um emprego, mas não tem êxito e os dois acabam indo morar em uma casa abandonada.
A jovem consegue, então, emprego em um café como dançarina e arruma outro para ele, só que como garçom e cantor. Os dois são um sucesso, durante uma improvisação de uma música, arranca milhares de aplausos dos clientes.
Para estragar a festa, no entanto, surge novamente à polícia, desta vez com uma caderneta com os dados da moça e uma ordem para prender a jovem num orfanato. ele e moça fogem e terão de começar tudo novamente...
O filme tenta passar não só as concepções que abrangem as questões trabalhistas em si, mas também uma perspectiva almejada pela humanidade: A felicidade.
Enfatiza também o trabalho mecanista que com o tempo pode acarretar problemas para os funcionários e as empresas não estão muito incomodas com isso visam apenas o lucro e esquecem que o ser humano não é uma maquina e precisa de descanso, e deve viver a sua vida não somente profissional, mas também pessoal.
postado por: Fabiana Felix
Lidiane Silva RA 21807
Margarete Teixeira RA 21811
Vânia Barbosa
Filme: Tempos Modernos de Chales Chaplin
O filme relata a vida de um homem que trabalha em uma fabrica onde seu trabalho e quase escravo.
Por trabalhar muito e quase não ter tempo nem para almoçar o homem entra em colapso nervoso e é internado em um hospital psiquiátrico.
Ao sair do hospital depois de um tempo internado ele é confundido com um líder comunista e vai preso.
Quando ele sai da cadeia encontra com uma menina órfã que tem que roubar alimentos para sobreviver, pois suas irmãs estão em um orfanato e somente ela conseguiu fugir, ele logo se apaixona por ela, mas com um amor paternal e faz de tudo para ajudá-la.
Tenta novamente arrumar um emprego, mas não tem êxito e os dois acabam indo morar em uma casa abandonada.
A jovem consegue, então, emprego em um café como dançarina e arruma outro para ele, só que como garçom e cantor. Os dois são um sucesso, durante uma improvisação de uma música, arranca milhares de aplausos dos clientes.
Para estragar a festa, no entanto, surge novamente à polícia, desta vez com uma caderneta com os dados da moça e uma ordem para prender a jovem num orfanato. ele e moça fogem e terão de começar tudo novamente...
O filme tenta passar não só as concepções que abrangem as questões trabalhistas em si, mas também uma perspectiva almejada pela humanidade: A felicidade.
Enfatiza também o trabalho mecanista que com o tempo pode acarretar problemas para os funcionários e as empresas não estão muito incomodas com isso visam apenas o lucro e esquecem que o ser humano não é uma maquina e precisa de descanso, e deve viver a sua vida não somente profissional, mas também pessoal.
postado por: Fabiana Felix
TEMPOS MODERNOS
JAMILLE APARECIDA SILVA RA: 22 847
SIDMÁRIA LUZ LOREDO RA: 23 436
RESENHA DO FILME: TEMPOS MODERNOS
O filme evidencia a rotina de uma fabrica, onde não há preocupação na qualidade de vida do trabalhador.
O líder do local é focalizado somente no lucro exploratório, ultrapassando limites subumanos. Na ficção, o protagonista fica com estresse, porque seu temperamento não condiz com o trabalho.
Seria diferente se houvesse na composição da gestão, uma enfermeira do trabalho, com visão holística e funcional.
O líder de ``Tempos Modernos``, mantinha uma liderança ineficaz, não havendo planejamento adequado a longo prazo como:
● Nível de trabalhado excessivo, ocorrendo desgaste físico e mental;
● Déficit na alimentação e repouso inadequado;
● Devido o trabalhado repetitivo os operários deveriam ter pausa para alongar-se, evitando lesões como LER, DORT e estresse;
● Afastamento de funcionário gera custos e processos futuros.
Um líder tem que ter uma visão holística, onde funcionários motivados são mais eficientes.
``O maior dos erros e não ter consciência de nenhum``
THOMAS CHARLYLE
postado por: Fabiana Felix
SIDMÁRIA LUZ LOREDO RA: 23 436
RESENHA DO FILME: TEMPOS MODERNOS
O filme evidencia a rotina de uma fabrica, onde não há preocupação na qualidade de vida do trabalhador.
O líder do local é focalizado somente no lucro exploratório, ultrapassando limites subumanos. Na ficção, o protagonista fica com estresse, porque seu temperamento não condiz com o trabalho.
Seria diferente se houvesse na composição da gestão, uma enfermeira do trabalho, com visão holística e funcional.
O líder de ``Tempos Modernos``, mantinha uma liderança ineficaz, não havendo planejamento adequado a longo prazo como:
● Nível de trabalhado excessivo, ocorrendo desgaste físico e mental;
● Déficit na alimentação e repouso inadequado;
● Devido o trabalhado repetitivo os operários deveriam ter pausa para alongar-se, evitando lesões como LER, DORT e estresse;
● Afastamento de funcionário gera custos e processos futuros.
Um líder tem que ter uma visão holística, onde funcionários motivados são mais eficientes.
``O maior dos erros e não ter consciência de nenhum``
THOMAS CHARLYLE
postado por: Fabiana Felix
" Tempos Modernos"
ELIZABETE SALMERÃO RA: 22022
FABIANA FELIX REIS RA: 21737
MARIA DO D. ALVES LOPES RA: 21817
MAURA FERREIRA JARDIM RA: 21973
NATALIA GOMES
Tempos Modernos
> O filme retrata a história de um homem que trabalha em uma fábrica na
> área de produção realizando movimentos repetitivos sem descanso,
> quando ele pára o trabalho seu corpo continuava a fazer movimentos que
> fazia no trabalho.
> A carga horária era extensa e os donos tinham o poder sobre seus
> funcionários que tinham que produzir mais e mais, porém não davam
> nenhuma condição ao trabalhador, sobre pressão do gerente que não
> podia parar nem para fazer as suas necessidades fisiológicas eles
> tinham a preocupação em diminuir a carga horária de almoço para que
> sobrasse tempo para produzir mais. Até que os funcionários cansaram
> dessa situação e fizeram greve onde em uma confusão ele foi preso como
> líder daquela rebelião.
> Hoje o que vemos em nossa sociedade e na área da saúde (enfermagem) é
> que muitas empresas querem que seus funcionários dêem conta de ficar
> com muitos pacientes ao mesmo tempo, porém não pensam nos eventuais
> problemas que podem ocorrer como erros, estresse do funcionário e
> afastamento do serviço por desenvolver uma doença psicológica não
> podendo exercer a sua profissão.
> Vemos muitas pessoas despreparadas, com pouca qualificação tanto
> prática como científica, onde não têm a visão de liderança de uma
> equipe e deveriam pensar em ter um bom relacionamento, um bom
> planejamento, boa administração, estratégias para melhoria do ambiente
> de trabalho e não simplesmente impor resultados. Os resultados são
> adquiridos automaticamente quando se tem um planejamento e
> funcionários satisfeitos.
> Os líderes têm que se qualificar sempre para que possam, cobrar e
> treinar seus liderados, para que, em conjunto com a equipe, possam juntos chegar
> a um resultado favorável para ambas as partes.
>
> Acima de tudo trabalhar com humanização, se pôr no lugar do outro.
> Cada um com o mesmo foco, ter união e ajudar o colega de trabalho
> podemos chegar onde queremos sem puxar o “tapete” de ninguém.
postado por: Fabiana Felix
FABIANA FELIX REIS RA: 21737
MARIA DO D. ALVES LOPES RA: 21817
MAURA FERREIRA JARDIM RA: 21973
NATALIA GOMES
Tempos Modernos
> O filme retrata a história de um homem que trabalha em uma fábrica na
> área de produção realizando movimentos repetitivos sem descanso,
> quando ele pára o trabalho seu corpo continuava a fazer movimentos que
> fazia no trabalho.
> A carga horária era extensa e os donos tinham o poder sobre seus
> funcionários que tinham que produzir mais e mais, porém não davam
> nenhuma condição ao trabalhador, sobre pressão do gerente que não
> podia parar nem para fazer as suas necessidades fisiológicas eles
> tinham a preocupação em diminuir a carga horária de almoço para que
> sobrasse tempo para produzir mais. Até que os funcionários cansaram
> dessa situação e fizeram greve onde em uma confusão ele foi preso como
> líder daquela rebelião.
> Hoje o que vemos em nossa sociedade e na área da saúde (enfermagem) é
> que muitas empresas querem que seus funcionários dêem conta de ficar
> com muitos pacientes ao mesmo tempo, porém não pensam nos eventuais
> problemas que podem ocorrer como erros, estresse do funcionário e
> afastamento do serviço por desenvolver uma doença psicológica não
> podendo exercer a sua profissão.
> Vemos muitas pessoas despreparadas, com pouca qualificação tanto
> prática como científica, onde não têm a visão de liderança de uma
> equipe e deveriam pensar em ter um bom relacionamento, um bom
> planejamento, boa administração, estratégias para melhoria do ambiente
> de trabalho e não simplesmente impor resultados. Os resultados são
> adquiridos automaticamente quando se tem um planejamento e
> funcionários satisfeitos.
> Os líderes têm que se qualificar sempre para que possam, cobrar e
> treinar seus liderados, para que, em conjunto com a equipe, possam juntos chegar
> a um resultado favorável para ambas as partes.
>
> Acima de tudo trabalhar com humanização, se pôr no lugar do outro.
> Cada um com o mesmo foco, ter união e ajudar o colega de trabalho
> podemos chegar onde queremos sem puxar o “tapete” de ninguém.
postado por: Fabiana Felix
“Tempos Modernos” (Charles Chaplin)
Maria Elisete RA: 218421
Maria Aparecida Brito RA: 21903
Diane Maria RA: 18562
Charles Fabio RA: 22040
Mariana Lhamas Rangel RA: 31621
Resenha - Filme: “Tempos Modernos” (Charles Chaplin)
Com a Revolução Industrial, a partir do século XVIII, a sociedade passou por grandes transformações. A partir daí, as culturas que eram majoritariamente rurais, com o advento tecnológico e fabril, a população que ora estava no campo começa a migrar para a cidade. Durante o século XIX, a população de trabalhadores nas fábricas era diversificada (homens, mulheres e inclusive crianças). Sem direitos, com somente obrigações junto aos seus empregadores, os trabalhadores eram explorados, às vezes, inclusive até a morte.
Desde o início do filme, Chaplin, genialmente demonstra o processo de evolução tecnológica e de produção. Descrevendo os trabalhadores como “rebanho” em direção às fábricas. Assim, o autor constrói uma crítica inteligente ao retratar a linha de produção, que a partir dos conceitos de Ford e Taylor, preconizam a máxima produção, esforço, de forma repetida, em linha, sem ter a dimensão de todo processo de fabricação do produto final. O trabalhador era capaz (ainda pode ser?) de trabalhar a vida inteira numa parte da produção de um determinado produto sem ter a dimensão de como se estrutura o todo (especialização). Contrariamente, assim como Carl Marx, Chaplin descreve no filme a “coisificação” do processo de produção, quando homem e máquina se confundem e o trabalhador perdia (ainda perde) a dimensão do todo, tanto do produto como do processo de produção. O mesmo pode ocorrer em todos os processos de trabalho, inclusive na saúde, quando o sujeito perde a dimensão de todo de seu trabalho.
No decorrer do filme elementos importantes, como as revoltas dos trabalhadores, as greves do começo do Século XX, duramente massacradas, a quebra da Bolsa de Nova Iorque, em 1929, quando ocorreram diversas falências e desemprego em massa. Fica nítida a sujeição dos trabalhadores aos seus empregadores e a necessidade de ampliar a visão de mundo para cada situação, sujeito, coletivos e a produção de sentido quanto ao que se produz. Seja no mundo dos negócios, seja no cuidado em Saúde. Assim como nos hospitais em que os funcionários são submetidos a jornadas de trabalho exaustivas e gerentes cujas teorias de administração são focadas no produto e não no ser humano. Como isso pode ser possível na área da saúde onde há gente cuidando de gente?!
Chaplin chama atenção quanto às implicações do desenvolvimento tecnológico necessitar do acompanhamento do melhor envolvimento do homem quanto ao seu trabalho. Assim como Marx, Chaplin faz uma crítica direta ao Modelo Capitalista de produção (acumulativo e exploratório da força de trabalho do homem) em detrimento a produção de sentido deste trabalho ao sujeito, ou seja, para Chaplin o trabalho coisifica o homem, o tornando sem desejo, o massificando em seus processos, inclusive de vida.
Durante o século XX com o apogeu do Capitalismo, a consolidação dos processos tecnológicos, em detrimento aos processos de desenvolvimento humano, cada dia mais as coisas, máquinas ganham força diante do homem. Assim, com todo desenvolvimento tecnológico de produção, inclusive na saúde, com a evolução de equipamentos, diagnósticos, tratamentos e informações avançados já no século XXI, um período de avanços importantes no mundo da ciência e da informação. Assim, “Tempos Modernos” se torna tão atual, quando possibilita a reflexão entre o processo de trabalho, o que se produz quem produz e como produz, principalmente na saúde, campo do cuidado da vida, em que o trabalho não é algo mecânico, mas processo fundamental, pois se trata de relação entre pessoas, com pessoas e para pessoas.
Diferente das maquinas e produções fabris, o trabalhador da saúde deve estar atento a si, o seu campo de trabalho e conjunto de determinantes para que haja uma equação equilibrada entre quantidade e qualidade na produção do cuidar do outro.
postado por: Fabiana Felix
Maria Aparecida Brito RA: 21903
Diane Maria RA: 18562
Charles Fabio RA: 22040
Mariana Lhamas Rangel RA: 31621
Resenha - Filme: “Tempos Modernos” (Charles Chaplin)
Com a Revolução Industrial, a partir do século XVIII, a sociedade passou por grandes transformações. A partir daí, as culturas que eram majoritariamente rurais, com o advento tecnológico e fabril, a população que ora estava no campo começa a migrar para a cidade. Durante o século XIX, a população de trabalhadores nas fábricas era diversificada (homens, mulheres e inclusive crianças). Sem direitos, com somente obrigações junto aos seus empregadores, os trabalhadores eram explorados, às vezes, inclusive até a morte.
Desde o início do filme, Chaplin, genialmente demonstra o processo de evolução tecnológica e de produção. Descrevendo os trabalhadores como “rebanho” em direção às fábricas. Assim, o autor constrói uma crítica inteligente ao retratar a linha de produção, que a partir dos conceitos de Ford e Taylor, preconizam a máxima produção, esforço, de forma repetida, em linha, sem ter a dimensão de todo processo de fabricação do produto final. O trabalhador era capaz (ainda pode ser?) de trabalhar a vida inteira numa parte da produção de um determinado produto sem ter a dimensão de como se estrutura o todo (especialização). Contrariamente, assim como Carl Marx, Chaplin descreve no filme a “coisificação” do processo de produção, quando homem e máquina se confundem e o trabalhador perdia (ainda perde) a dimensão do todo, tanto do produto como do processo de produção. O mesmo pode ocorrer em todos os processos de trabalho, inclusive na saúde, quando o sujeito perde a dimensão de todo de seu trabalho.
No decorrer do filme elementos importantes, como as revoltas dos trabalhadores, as greves do começo do Século XX, duramente massacradas, a quebra da Bolsa de Nova Iorque, em 1929, quando ocorreram diversas falências e desemprego em massa. Fica nítida a sujeição dos trabalhadores aos seus empregadores e a necessidade de ampliar a visão de mundo para cada situação, sujeito, coletivos e a produção de sentido quanto ao que se produz. Seja no mundo dos negócios, seja no cuidado em Saúde. Assim como nos hospitais em que os funcionários são submetidos a jornadas de trabalho exaustivas e gerentes cujas teorias de administração são focadas no produto e não no ser humano. Como isso pode ser possível na área da saúde onde há gente cuidando de gente?!
Chaplin chama atenção quanto às implicações do desenvolvimento tecnológico necessitar do acompanhamento do melhor envolvimento do homem quanto ao seu trabalho. Assim como Marx, Chaplin faz uma crítica direta ao Modelo Capitalista de produção (acumulativo e exploratório da força de trabalho do homem) em detrimento a produção de sentido deste trabalho ao sujeito, ou seja, para Chaplin o trabalho coisifica o homem, o tornando sem desejo, o massificando em seus processos, inclusive de vida.
Durante o século XX com o apogeu do Capitalismo, a consolidação dos processos tecnológicos, em detrimento aos processos de desenvolvimento humano, cada dia mais as coisas, máquinas ganham força diante do homem. Assim, com todo desenvolvimento tecnológico de produção, inclusive na saúde, com a evolução de equipamentos, diagnósticos, tratamentos e informações avançados já no século XXI, um período de avanços importantes no mundo da ciência e da informação. Assim, “Tempos Modernos” se torna tão atual, quando possibilita a reflexão entre o processo de trabalho, o que se produz quem produz e como produz, principalmente na saúde, campo do cuidado da vida, em que o trabalho não é algo mecânico, mas processo fundamental, pois se trata de relação entre pessoas, com pessoas e para pessoas.
Diferente das maquinas e produções fabris, o trabalhador da saúde deve estar atento a si, o seu campo de trabalho e conjunto de determinantes para que haja uma equação equilibrada entre quantidade e qualidade na produção do cuidar do outro.
postado por: Fabiana Felix
RESENHA CRITICA DO FILME TEMPOS MODERNOS DE CHARLES CHAPLIN
APARECIDA FÁTIMA REZENDE RODRIGUES RA: 21813
CLAUDIA APARECIDA ROSA DE JESUS RA: 32207
CLAUDIANA ALMEIDA MATOS RA: 32294
IZAIDE BAHIA LIMA RA: 32830
MARIA DE LOURDES R. N. DA SILVA RA: 34309
SONIA REGINA LIBERAL ¬RA: 21818
RESENHA CRITICA DO FILME TEMPOS MODERNOS DE CHARLES CHAPLIN
Comparando as cenas mostradas no filme “Tempos Modernos”, com a situação atual podemos afirmar, que apesar das tecnologias de ponta empregadas, atualmente na produção industrial, a condição sócio-econômico do homem continua relegada a segundo plano.
Conforme podemos constatar, que através filme mostra a implantação dos sistemas de esteiras móveis nas fabricas, onde os funcionários tinham que aumentar cada vez mais sua produtividade nas indústrias e assim eram cada vez mais explorados, pois não tinham os seus direitos trabalhistas respeitados e eram obrigados a produzirem cada vez mais.
Este fato deixava-os cansados ou neuróticos parecendo robôs humanos com isso aumentava a produção o que trazia benefício para classe dos patrões. Devido a insatisfação dos operários surgiram os movimentos grevistas que reivindicavam melhorias das condições salariais e de trabalho. Esses foram reprimidos pelos patrões que acionavam as autoridades policiais que cuidavam do esvaziamento desse movimento para que os funcionários retornassem as suas atividades.
Apesar de todas as lutas a classe operária ainda sonha em ter sua casa própria, constituir família e participar da vida social. Só que na maioria das vezes esses sonhos não se tornam realidade porque a precária condição econômica e social não lhes permite saciar suas necessidades, tais como caracteres sociais, financeiros, habitacionais e nutricionais e assim os trabalhares são vitimas dos empresários gananciosos.
Enfim, é um filme que critica os modos de produção capitalistas, a ambição dos burgueses e principalmente, as condições de trabalho em que se encontravam esses trabalhadores. Esses problemas passados ainda, em parte, se manifestam: no Brasil ainda se tem o trabalho escravo escondido por aí, ainda têm empresas em que os superiores usam e abusam do lucro retirado em detrimento dos funcionários e ainda convivemos com a triste realidade dos baixos salários.
Na enfermagem não muda nada, profissionais trabalhando cada vez mais, trabalham em dois, três lugares, em busca do salário melhor e um padrão de vida melhor, acabam cometendo erros, por causa excesso de trabalho.
E a classe trabalhadora que luta a cada dia por dias melhor fica cada vez mais excluída da sociedade sem emprego e sem perspectivas de realizar sua pretensão pessoal.
Como não poderia deixar de ser, Charles Chaplin nos faz rir e nos faz chorar, alimenta nossas emoções num vai-e-vem constante, como se estivéssemos numa autêntica montanha-russa, parece estar numa constante busca pelo nosso lado mais humano, parece estar tentando nos estimular a viver com maior intensidade essa nossa vida.
postado por: Fabiana Felix
CLAUDIA APARECIDA ROSA DE JESUS RA: 32207
CLAUDIANA ALMEIDA MATOS RA: 32294
IZAIDE BAHIA LIMA RA: 32830
MARIA DE LOURDES R. N. DA SILVA RA: 34309
SONIA REGINA LIBERAL ¬RA: 21818
RESENHA CRITICA DO FILME TEMPOS MODERNOS DE CHARLES CHAPLIN
Comparando as cenas mostradas no filme “Tempos Modernos”, com a situação atual podemos afirmar, que apesar das tecnologias de ponta empregadas, atualmente na produção industrial, a condição sócio-econômico do homem continua relegada a segundo plano.
Conforme podemos constatar, que através filme mostra a implantação dos sistemas de esteiras móveis nas fabricas, onde os funcionários tinham que aumentar cada vez mais sua produtividade nas indústrias e assim eram cada vez mais explorados, pois não tinham os seus direitos trabalhistas respeitados e eram obrigados a produzirem cada vez mais.
Este fato deixava-os cansados ou neuróticos parecendo robôs humanos com isso aumentava a produção o que trazia benefício para classe dos patrões. Devido a insatisfação dos operários surgiram os movimentos grevistas que reivindicavam melhorias das condições salariais e de trabalho. Esses foram reprimidos pelos patrões que acionavam as autoridades policiais que cuidavam do esvaziamento desse movimento para que os funcionários retornassem as suas atividades.
Apesar de todas as lutas a classe operária ainda sonha em ter sua casa própria, constituir família e participar da vida social. Só que na maioria das vezes esses sonhos não se tornam realidade porque a precária condição econômica e social não lhes permite saciar suas necessidades, tais como caracteres sociais, financeiros, habitacionais e nutricionais e assim os trabalhares são vitimas dos empresários gananciosos.
Enfim, é um filme que critica os modos de produção capitalistas, a ambição dos burgueses e principalmente, as condições de trabalho em que se encontravam esses trabalhadores. Esses problemas passados ainda, em parte, se manifestam: no Brasil ainda se tem o trabalho escravo escondido por aí, ainda têm empresas em que os superiores usam e abusam do lucro retirado em detrimento dos funcionários e ainda convivemos com a triste realidade dos baixos salários.
Na enfermagem não muda nada, profissionais trabalhando cada vez mais, trabalham em dois, três lugares, em busca do salário melhor e um padrão de vida melhor, acabam cometendo erros, por causa excesso de trabalho.
E a classe trabalhadora que luta a cada dia por dias melhor fica cada vez mais excluída da sociedade sem emprego e sem perspectivas de realizar sua pretensão pessoal.
Como não poderia deixar de ser, Charles Chaplin nos faz rir e nos faz chorar, alimenta nossas emoções num vai-e-vem constante, como se estivéssemos numa autêntica montanha-russa, parece estar numa constante busca pelo nosso lado mais humano, parece estar tentando nos estimular a viver com maior intensidade essa nossa vida.
postado por: Fabiana Felix
terça-feira, 29 de março de 2011
COMPETENCIAS GERENCIAIS DO ENFERMEIRO
GRUPO:
Ana Elza de Oliveira Silva
Aparecida M.V. de Oliveira
Daniel Ramos de Moraes
Maria Idecácia F. Silva
Noemi Cristine M.M. de Brito
Aos enfermeiros cabem entre outras, tarefas diretamente relacionadas com sua atuação junto ao cliente, bem como a liderança da equipe de Enfermagem e o gerenciamento dos recursos - físicos, materiais, humanos, financeiros , políticos e de informação - para a prestação da assistência de enfermagem. É exigido do Enfermeiro,conhecimento (que conheça o que faz),habilidades (que faça corretamente) e tenha atitudes adequadas para desempenhar seu papel com o objetivo de resultados positivos. E também que garanta que os membros da sua equipe tenham competência para executar as tarefas que lhe são destinadas.
É necessário que o gestor procure o seu auto-desenvolvimento bem como o do seu grupo.Tem-se destacado competências individuais necessárias ao gestor como liderança, persuasão, trabalho em equipe, criatividade, tomada de decisão, planejamento, organização e determinação. E as competências profissionais também elencadas: saber agir, mobilizar, comunicar, aprender, comprometer-se, assumir responsabilidades e ter visão estratégica.
São inúmeras as competências gerenciais do Enfermeiro: Competência interpessoal, a liderança, a motivação da equipe, a comunicação, gestão financeira, gestão de recursos humanos, cuidados com o staff ( é simplesmente autoridade de especialista e não autoridade de comando ), com os pacientes e consigo mesmo, pensamento sistematizado e como atributos adicionais destaca o otimismo e a resiliência ( capacidade que a pessoa tem de se vincular a outras pessoas, sem receios e medo do fracasso.
Fonte:
CUNHA et al..Competencias Gerenciais de Enfermeiras: um novo velho desafio?Texto Contexto Enferm, Florianópolis, 2006 Jul-Set; (15(3):479-82.
POSTADO POR CIDA
Ana Elza de Oliveira Silva
Aparecida M.V. de Oliveira
Daniel Ramos de Moraes
Maria Idecácia F. Silva
Noemi Cristine M.M. de Brito
Aos enfermeiros cabem entre outras, tarefas diretamente relacionadas com sua atuação junto ao cliente, bem como a liderança da equipe de Enfermagem e o gerenciamento dos recursos - físicos, materiais, humanos, financeiros , políticos e de informação - para a prestação da assistência de enfermagem. É exigido do Enfermeiro,conhecimento (que conheça o que faz),habilidades (que faça corretamente) e tenha atitudes adequadas para desempenhar seu papel com o objetivo de resultados positivos. E também que garanta que os membros da sua equipe tenham competência para executar as tarefas que lhe são destinadas.
É necessário que o gestor procure o seu auto-desenvolvimento bem como o do seu grupo.Tem-se destacado competências individuais necessárias ao gestor como liderança, persuasão, trabalho em equipe, criatividade, tomada de decisão, planejamento, organização e determinação. E as competências profissionais também elencadas: saber agir, mobilizar, comunicar, aprender, comprometer-se, assumir responsabilidades e ter visão estratégica.
São inúmeras as competências gerenciais do Enfermeiro: Competência interpessoal, a liderança, a motivação da equipe, a comunicação, gestão financeira, gestão de recursos humanos, cuidados com o staff ( é simplesmente autoridade de especialista e não autoridade de comando ), com os pacientes e consigo mesmo, pensamento sistematizado e como atributos adicionais destaca o otimismo e a resiliência ( capacidade que a pessoa tem de se vincular a outras pessoas, sem receios e medo do fracasso.
Fonte:
CUNHA et al..Competencias Gerenciais de Enfermeiras: um novo velho desafio?Texto Contexto Enferm, Florianópolis, 2006 Jul-Set; (15(3):479-82.
POSTADO POR CIDA
Competências gerencias do Enfermeiro
GRUPO:
Lidiane Silva dos Santos
Margarete Teixeira
Ana Claudia Resende
Vânia Barbosa
O profissional Enfermeiro tem a função de gerenciar e administrar vários recursos, dentre eles :
Recursos de materiais;
Recursos Humanos;
O Enfermeiro desempenha quatro funções ao gerenciar os recursos materiais:
Previsão: Fazer um levantamento do material que necessita, baseando no diagnóstico e estoque disponível na unidade.
Provisão: Repor o material necessário á assistência mediante encaminhamento da solicitação ao almoxarifado, farmácia ou rouparia em impresso próprio.
Organização: Acondicionar o material nos espaços da unidade, dispondo-o em locais arejados e de fácil acesso para o uso e controle.
Controle: É uma das tarefas Mais árduas e implica na participação dos membros da equipe. Envolve o controle da quantidade e da qualidade, a conservação e os reparos. Uma das formas de se garantir a conservação dos matérias deve ser a realização de manutenções preventivas, por ex: aplicação de graxas no sistema de Fowler dos leitos, além do treinamento da equipe para utilização de determinados equipamentos.
Os instrumentos mais utilizados pelo gerenciador em sua supervisão recursos humanos são:
Dados estatísticos,como gráficos , planilhas.Ex: Epidemias,surtos etc..
Manuais de normas, procedimentos e rotinas, direcionando os profissionais em cada setor ,seja elas hospitalares, ubs ,ama, entre outros,
Escalas de distribuição mensal, para cobertura de setores, folgas, cursos .
Relatórios de serviços e de supervisão.
Um planejamento para suas ações, levando em conta as normas e rotinas institucionais, as necessidades e problemas mais comuns, os aspectos quanti-qualitativo dos seus recursos humanos, as atividades e prioridades a serem desenvolvidas com cronograma.
Executar a supervisão observando o desempenho de cada profissional, orientando e demonstrando as tarefas,detectando as problemáticas do processo de trabalho da enfermagem e propor soluções a partir da proposta sugeridas pelos funcionários.É preciso compreender que escutá-los possibilitará emergir soluções mais próximas,como educação continuada mensal, como ex: palestra,cursos,dinâmicas de grupos,treinamentos.
Gerenciamento
A administração de recursos humanos compreende o dimensionamento, a seleção e recrutamento, a distribuição no tempo (mês) e nos espaços da instituição de saúde, e a qualificação através da educação continuada. A supervisão influencia cada um destes momentos, em especial o dimensionamento, a distribuição e qualificação do pessoal de enfermagem.
O ministério da Saúde, em seu guia, define supervisão como um processo educativo e continuo, visando motivar e orientar os supervisionados na realização de suas atividades. Portanto, o supervisor deve estar apto para guiar e incentivar a equipe nas suas tarefas em prol do melhor atendimento aos clientes, abolindo a postura de fiscalização, coerção e não cooperação com os membros supervisionados.
Fonte: FIGUEIREDO.M.N.Difusão paulista de enfermagem.2edição.São Paulo:2002
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Lidiane Silva dos Santos
Margarete Teixeira
Ana Claudia Resende
Vânia Barbosa
O profissional Enfermeiro tem a função de gerenciar e administrar vários recursos, dentre eles :
Recursos de materiais;
Recursos Humanos;
O Enfermeiro desempenha quatro funções ao gerenciar os recursos materiais:
Previsão: Fazer um levantamento do material que necessita, baseando no diagnóstico e estoque disponível na unidade.
Provisão: Repor o material necessário á assistência mediante encaminhamento da solicitação ao almoxarifado, farmácia ou rouparia em impresso próprio.
Organização: Acondicionar o material nos espaços da unidade, dispondo-o em locais arejados e de fácil acesso para o uso e controle.
Controle: É uma das tarefas Mais árduas e implica na participação dos membros da equipe. Envolve o controle da quantidade e da qualidade, a conservação e os reparos. Uma das formas de se garantir a conservação dos matérias deve ser a realização de manutenções preventivas, por ex: aplicação de graxas no sistema de Fowler dos leitos, além do treinamento da equipe para utilização de determinados equipamentos.
Os instrumentos mais utilizados pelo gerenciador em sua supervisão recursos humanos são:
Dados estatísticos,como gráficos , planilhas.Ex: Epidemias,surtos etc..
Manuais de normas, procedimentos e rotinas, direcionando os profissionais em cada setor ,seja elas hospitalares, ubs ,ama, entre outros,
Escalas de distribuição mensal, para cobertura de setores, folgas, cursos .
Relatórios de serviços e de supervisão.
Um planejamento para suas ações, levando em conta as normas e rotinas institucionais, as necessidades e problemas mais comuns, os aspectos quanti-qualitativo dos seus recursos humanos, as atividades e prioridades a serem desenvolvidas com cronograma.
Executar a supervisão observando o desempenho de cada profissional, orientando e demonstrando as tarefas,detectando as problemáticas do processo de trabalho da enfermagem e propor soluções a partir da proposta sugeridas pelos funcionários.É preciso compreender que escutá-los possibilitará emergir soluções mais próximas,como educação continuada mensal, como ex: palestra,cursos,dinâmicas de grupos,treinamentos.
Gerenciamento
A administração de recursos humanos compreende o dimensionamento, a seleção e recrutamento, a distribuição no tempo (mês) e nos espaços da instituição de saúde, e a qualificação através da educação continuada. A supervisão influencia cada um destes momentos, em especial o dimensionamento, a distribuição e qualificação do pessoal de enfermagem.
O ministério da Saúde, em seu guia, define supervisão como um processo educativo e continuo, visando motivar e orientar os supervisionados na realização de suas atividades. Portanto, o supervisor deve estar apto para guiar e incentivar a equipe nas suas tarefas em prol do melhor atendimento aos clientes, abolindo a postura de fiscalização, coerção e não cooperação com os membros supervisionados.
Fonte: FIGUEIREDO.M.N.Difusão paulista de enfermagem.2edição.São Paulo:2002
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COMPETÊNCIAS GERENCIAIS DO ENFERMEIRO
GRUPO:
ELIANE FERNANDES DUARTE
LILIANE RODRIGUES MATTOS
REGIANE A. DOS SANTOS SILVA
MARGARETE DE SOUZA ROCHA
VANAILZA DA SILVA LIMA
LINDINEUZA M.S.GONZAGA DA SILVA
Competência comunicativa: capacidade de expressão e comunicação desenvolvendo a prática do diálogo, o exercício da negociação e a comunicação interpessoal.
Competências de cuidado: é a capacidade de interagir com o paciente considerando suas necessidades e escolhas, valorizando a autonomia para assumir sua própria saúde, a partir da concepção de saúde como qualidade de vida.
Competências organizacionais: é a capacidade de Auto-planejamento, de auto-organização, de estabelecimento de métodos próprios de gerenciamento de seu tempo e espaço, desenvolvendo a flexibilidade no processo de trabalho.
Competências de serviço: a capacidade de compreender e se indagar sobre os impactos que seus atos profissionais terão direta ou indiretamente sobre os serviços ou usuários, ou ainda de que forma os clientes ou usuários serão beneficiados. Reconhecendo as necessidades individuais e coletivas de saúde e de vida da comunidade.
Liderança: liderar é ajudar sua equipe a enxergar a direção a seguir, motivar, entusiasmar seus colaboradores, estimular o empenho e o comprometimento de cada um. Neste aspecto o líder tem muito de um treinador esportivo na hora do jogo, e nos outros aspectos ele é mais um estrategista e contabilista de resultados.
Gerenciar: o processo de trabalho em enfermagem em todas as categorias da profissão, planejar, programar e avaliar, de maneira continua programas de educação e promoção à saúde e de vida ao ser humano/família/comunidade e aos trabalhadores de saúde.
Avaliar e promover o aprimoramento todas as ações de enfermagem. Estimulando e desenvolvendo e investigação e produção de conhecimento para qualificação da prática profissional.
Atuar junto ao ser humano considerando sua dimensão holística, integrando as ações de enfermagem às ações multiprofissionais, Intervir e responsabilizar-se pela qualidade da assistência/cuidado de enfermagem ao ser humano/família/comunidade.
Identificar e realizar a prática profissional em diferentes áreas e contextos Interferir na dinâmica do processo de trabalho institucional, como agente, através da consciência analítica- reflexiva- crítica.
Prestadores dos cuidados: É dedicar-se aquilo que se faz não pensando no que irá lhe beneficiar mais no que fez escolher a profissão, pois ser humano é buscar desenvolver conhecimento, técnica e auto confiança naquilo que se faz no cuidado com o paciente.
Fonte: http://www.urcamp.tche.br/graduacao/enfermagem.html
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ELIANE FERNANDES DUARTE
LILIANE RODRIGUES MATTOS
REGIANE A. DOS SANTOS SILVA
MARGARETE DE SOUZA ROCHA
VANAILZA DA SILVA LIMA
LINDINEUZA M.S.GONZAGA DA SILVA
Competência comunicativa: capacidade de expressão e comunicação desenvolvendo a prática do diálogo, o exercício da negociação e a comunicação interpessoal.
Competências de cuidado: é a capacidade de interagir com o paciente considerando suas necessidades e escolhas, valorizando a autonomia para assumir sua própria saúde, a partir da concepção de saúde como qualidade de vida.
Competências organizacionais: é a capacidade de Auto-planejamento, de auto-organização, de estabelecimento de métodos próprios de gerenciamento de seu tempo e espaço, desenvolvendo a flexibilidade no processo de trabalho.
Competências de serviço: a capacidade de compreender e se indagar sobre os impactos que seus atos profissionais terão direta ou indiretamente sobre os serviços ou usuários, ou ainda de que forma os clientes ou usuários serão beneficiados. Reconhecendo as necessidades individuais e coletivas de saúde e de vida da comunidade.
Liderança: liderar é ajudar sua equipe a enxergar a direção a seguir, motivar, entusiasmar seus colaboradores, estimular o empenho e o comprometimento de cada um. Neste aspecto o líder tem muito de um treinador esportivo na hora do jogo, e nos outros aspectos ele é mais um estrategista e contabilista de resultados.
Gerenciar: o processo de trabalho em enfermagem em todas as categorias da profissão, planejar, programar e avaliar, de maneira continua programas de educação e promoção à saúde e de vida ao ser humano/família/comunidade e aos trabalhadores de saúde.
Avaliar e promover o aprimoramento todas as ações de enfermagem. Estimulando e desenvolvendo e investigação e produção de conhecimento para qualificação da prática profissional.
Atuar junto ao ser humano considerando sua dimensão holística, integrando as ações de enfermagem às ações multiprofissionais, Intervir e responsabilizar-se pela qualidade da assistência/cuidado de enfermagem ao ser humano/família/comunidade.
Identificar e realizar a prática profissional em diferentes áreas e contextos Interferir na dinâmica do processo de trabalho institucional, como agente, através da consciência analítica- reflexiva- crítica.
Prestadores dos cuidados: É dedicar-se aquilo que se faz não pensando no que irá lhe beneficiar mais no que fez escolher a profissão, pois ser humano é buscar desenvolver conhecimento, técnica e auto confiança naquilo que se faz no cuidado com o paciente.
Fonte: http://www.urcamp.tche.br/graduacao/enfermagem.html
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COMPETÊNCIAS GERENCIAIS DO ENFERMEIRO
GRUPO:
PATRÍCIA MARIA SOARES
AURELINO FERREIRA GOMES NETO
Foram identificadas seis competências que desdobram–se em vários itens, e que podem ser assim traduzidas:
Poder pessoal, efetividade interpessoal, gestão financeira, gestão de recursos humanos, cuidados com o staff, com os pacientes e consigo mesmo.
Como atributos adicionais destaca-se o otimismo e a resiliência.
Outras competências gerenciais do enfermeiro:
Atenção à saúde:
“Os profissionais de saúde, dentro de seu âmbito, devem estar aptos a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo. Cada profissional deve assegurar que sua prática seja realizada de forma integrada e contínua com as demais instâncias do sistema de saúde, sendo capaz de pensar criticamente, de analisar os problemas da sociedade e de procurar soluções para eles. Os profissionais devem realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e princípios da ética/bioética, tendo em conta que a responsabilidade da atenção à saúde não se encerra com o ato técnico, mas, sim, com a resolução do problema de saúde”.
Tomada de decisão:
Outra competência almejada para o profissional de saúde pelas DCNs é a tomada de decisão. “O trabalho dos profissionais de saúde deve estar fundamentado na capacidade de tomar decisões, visando o uso apropriado, eficácia e custo-efetividade, da força de trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de práticas. Para este fim, eles devem possuir competências e habilidades para avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas”.
Liderança:
A liderança é tida como uma das principais competências a serem adquiridas pelo profissional de saúde. “No trabalho em equipe multiprofissional, os profissionais de saúde deverão estar aptos a assumir posições de liderança, sempre tendo em vista o bem-estar da comunidade. A liderança envolve compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade para tomada de decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e eficaz.”
Educação permanente:
O exercício da competência ‘educação permanente’ é citado nas DCNs como responsabilidade do profissional de saúde associada ao papel da universidade
e das políticas institucionais. “Os profissionais devem ser capazes de aprender continuamente, tanto na sua formação, quanto na sua prática. Desta forma,
os profissionais de saúde devem aprender a aprender e ter responsabilidade e compromisso com a sua educação e treinamento/estágios das futuras gerações profissionais, mas proporcionando condições para que haja benefício mútuo entre os futuros profissionais e os profissionais dos serviços, inclusive, estimulando e desenvolvendo a mobilidade acadêmica/profissional, a formação e a cooperação por meio de redes nacionais e internacionais”.
Comunicação:
Comunicação é a troca de informações, fatos, idéias e significados. Entre os componentes de uma comunicação estão a mensagem, o comunicador, o receptor, e o meio. Nos processos de codificação, decodificação e feed-back são sentidas as influências de seus componentes como: a urgência da mensagem, a experiência e a habilidade do emissor, e a imagem que este tem do receptor. Mas, a maior interferência na comunicação ocorre por conta dos ruídos de interpretação, capazes de distorcer a mensagem durante o processo comunicativo.
Administração e gerenciamento:
“Os profissionais devem estar aptos a tomar iniciativas, fazer o gerenciamento e administração tanto da força de trabalho, quanto dos recursos físicos e materiais
da informação, da mesma forma que devem estar aptos a serem empreendedores, gestores, empregadores ou lideranças na equipe de saúde”.
Fontes: Internet, artigo da Scielo
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PATRÍCIA MARIA SOARES
AURELINO FERREIRA GOMES NETO
Foram identificadas seis competências que desdobram–se em vários itens, e que podem ser assim traduzidas:
Poder pessoal, efetividade interpessoal, gestão financeira, gestão de recursos humanos, cuidados com o staff, com os pacientes e consigo mesmo.
Como atributos adicionais destaca-se o otimismo e a resiliência.
Outras competências gerenciais do enfermeiro:
Atenção à saúde:
“Os profissionais de saúde, dentro de seu âmbito, devem estar aptos a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo. Cada profissional deve assegurar que sua prática seja realizada de forma integrada e contínua com as demais instâncias do sistema de saúde, sendo capaz de pensar criticamente, de analisar os problemas da sociedade e de procurar soluções para eles. Os profissionais devem realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e princípios da ética/bioética, tendo em conta que a responsabilidade da atenção à saúde não se encerra com o ato técnico, mas, sim, com a resolução do problema de saúde”.
Tomada de decisão:
Outra competência almejada para o profissional de saúde pelas DCNs é a tomada de decisão. “O trabalho dos profissionais de saúde deve estar fundamentado na capacidade de tomar decisões, visando o uso apropriado, eficácia e custo-efetividade, da força de trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de práticas. Para este fim, eles devem possuir competências e habilidades para avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas”.
Liderança:
A liderança é tida como uma das principais competências a serem adquiridas pelo profissional de saúde. “No trabalho em equipe multiprofissional, os profissionais de saúde deverão estar aptos a assumir posições de liderança, sempre tendo em vista o bem-estar da comunidade. A liderança envolve compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade para tomada de decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e eficaz.”
Educação permanente:
O exercício da competência ‘educação permanente’ é citado nas DCNs como responsabilidade do profissional de saúde associada ao papel da universidade
e das políticas institucionais. “Os profissionais devem ser capazes de aprender continuamente, tanto na sua formação, quanto na sua prática. Desta forma,
os profissionais de saúde devem aprender a aprender e ter responsabilidade e compromisso com a sua educação e treinamento/estágios das futuras gerações profissionais, mas proporcionando condições para que haja benefício mútuo entre os futuros profissionais e os profissionais dos serviços, inclusive, estimulando e desenvolvendo a mobilidade acadêmica/profissional, a formação e a cooperação por meio de redes nacionais e internacionais”.
Comunicação:
Comunicação é a troca de informações, fatos, idéias e significados. Entre os componentes de uma comunicação estão a mensagem, o comunicador, o receptor, e o meio. Nos processos de codificação, decodificação e feed-back são sentidas as influências de seus componentes como: a urgência da mensagem, a experiência e a habilidade do emissor, e a imagem que este tem do receptor. Mas, a maior interferência na comunicação ocorre por conta dos ruídos de interpretação, capazes de distorcer a mensagem durante o processo comunicativo.
Administração e gerenciamento:
“Os profissionais devem estar aptos a tomar iniciativas, fazer o gerenciamento e administração tanto da força de trabalho, quanto dos recursos físicos e materiais
da informação, da mesma forma que devem estar aptos a serem empreendedores, gestores, empregadores ou lideranças na equipe de saúde”.
Fontes: Internet, artigo da Scielo
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Competências Gerenciais do Profissional Enfermeiro
GRUPO:
Maria Elisete
Maria Aparecida Brito
Diane Maria
Charles Fabio
Mariana Lhamas Rangel
- Liderança;
- Persuasão;
- Trabalho em equipe;
- Tomada de decisão;
- Planejamento;
- Organização;
- Determinação;
- Saber agir;
- Mobilizar;
- Comunicar;
- Aprender;
- Comprometer-se;
- Assumir responsabilidades;
- Ter visão estratégica; e
- Gerenciamento de recursos.
Do Enfermeiro além das tarefas gerenciais é exigido conhecimento e habilidade para desempenhar seu papel objetivando resultados positivos. É exigido que ele seja competente naquilo que faz e garanta que os membros de sua equipe tenham competência e executem suas tarefas.
Referência Bibliográfica
CUNHA, Isabel Cristina Kowal Olm; XIMENES NETO, Francisco Rosemiro Guimarães. Competências gerenciais de enfermeiras: um novo velho desafio?. Texto contexto - enferm., Florianópolis, v. 15, n. 3, Sept. 2006 . Available from. access on 08 Mar. 2011. doi: 10.1590/S0104-07072006000300013.
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Maria Elisete
Maria Aparecida Brito
Diane Maria
Charles Fabio
Mariana Lhamas Rangel
- Liderança;
- Persuasão;
- Trabalho em equipe;
- Tomada de decisão;
- Planejamento;
- Organização;
- Determinação;
- Saber agir;
- Mobilizar;
- Comunicar;
- Aprender;
- Comprometer-se;
- Assumir responsabilidades;
- Ter visão estratégica; e
- Gerenciamento de recursos.
Do Enfermeiro além das tarefas gerenciais é exigido conhecimento e habilidade para desempenhar seu papel objetivando resultados positivos. É exigido que ele seja competente naquilo que faz e garanta que os membros de sua equipe tenham competência e executem suas tarefas.
Referência Bibliográfica
CUNHA, Isabel Cristina Kowal Olm; XIMENES NETO, Francisco Rosemiro Guimarães. Competências gerenciais de enfermeiras: um novo velho desafio?. Texto contexto - enferm., Florianópolis, v. 15, n. 3, Sept. 2006 . Available from
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COMPETÊNCIAS GERENCIAIS DO ENFERMEIRO
GRUPO:
ELIZABETE SALMERÃO
FABIANA FELIX REIS
MARIA DO D. ALVES LOPES
MAURA FERREIRA JARDIM
1. Planejamento das ações
O planejamento é um dos instrumentos técnicos do processo de trabalho gerencial, que fundamenta a tomada de decisão e consiste na elaboração de estratégias e ações que visam alcançar um objetivo definido.
As dimensões de poder e ideologia são propostas para o planejamento de saúde, como uma potencialidade transformadora, ao desvelar e explicitar os conteúdos do poder e seus deslocamentos nas ações de saúde.
O planejamento é um processo que auxilia a decidir, de maneira antecipada, o que fazer como fazer, quem, onde e quando fizer, tendo como foco o alcance de objetivos preestabelecido. O líder da enfermagem precisa planejar todas as ações da sua equipe e assessorar o seu comprimento.
2. Promoção e vigilância
Para discutir os resultados encontrados nesta categoria, sob o enfoque da promoção e vigilância em saúde, buscou-se o embasamento da percepção sobre saúde como "o jeito de andar a vida", no qual intervêm os problemas sociais complexos através de suas inúmeras variáveis. Considera-se a epidemiologia social como o processo de saúde/doença, entendido como expressão do processo social, onde as desigualdades, o sofrer e adoecer entre os grupos de pessoas são considerados como decorrentes das diferenças de classes sociais.
3. Abordagem integral do ser humano/família/grupo social
No modelo de atenção à saúde, a Estratégia Saúde da Família (ESF) foi estabelecida como uma tática para a reorganização da prática assistencial e rompe com o paradigma da atenção individualista e curativa. Neste contexto, a atenção centrada na família e no ser humano, inserido e considerado em seu ambiente social, busca a intervenção nas necessidades de saúde além das práticas curativas.
4. Abordagem da gestão do trabalho em saúde
Dentro, deste contexto as novas competências necessárias dos profissionais estão expostas, o que implica "redefinir as formas de recrutar, selecionar, treinar e manter os profissionais em suas respectivas atividades, impondo a criação de instrumentos gerenciais", que incidirão na incorporação e remuneração da força de trabalho, notadamente, pela multiplicidade de vínculos trabalhistas.
5. Atenção à saúde
Os profissionais de saúde, dentro de seu âmbito, devem estar aptos a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo. Cada profissional deve assegurar que sua prática seja realizada de forma integrada e contínua com as demais instâncias do sistema de saúde, sendo capaz de pensar criticamente, de analisar os problemas da sociedade e de procurar soluções para eles.
6. Tomada de decisão
Almejada para o profissional de saúde é a tomada de decisão. "O trabalho dos profissionais de saúde deve estar fundamentado na capacidade de tomar decisões, visando o uso apropriado, eficácia e custo–efetividade, da força de trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de práticas. Para este fim, eles devem possuir competências e habilidades para avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas.
7. Liderança
A liderança é tida como uma das principais competências a serem adquiridas pelo profissional de saúde. No trabalho em equipe multiprofissional, os profissionais de saúde deverão estar aptos a assumir posições de liderança, sempre tendo em vista o bem–estar da comunidade. A liderança envolve compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade para tomada de decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e eficaz.
8. Educação permanente
O exercício da competência 'educação permanente' é responsabilidade do profissional de saúde associada ao papel da universidade e das políticas institucionais. Os profissionais devem ser capazes de aprender continuamente, tanto na sua formação, quanto na sua prática.
9. Comunicação
Comunicação é a troca de informações, fatos, idéias e significados. Entre os componentes de uma comunicação estão à mensagem, o comunicador, o receptor, e meio a urgência da mensagem, a experiência e a habilidade do emissor, e a imagem que este tem do receptor. Mas, a maior interferência na comunicação ocorre por conta dos ruídos de interpretação, capazes de distorcer a mensagem durante o processo comunicativo.
A comunicação interpessoal é uma das mais valiosas e menos compreendidas competências gerenciais, de maneira que saber quando e como compartilha informações requer complexa compreensão das pessoas e das situações. O processo comunicativo pode ser utilizado para informar, coordenar e motivar pessoas é uma das ferramentas de trabalho da enfermagem.
10. Administração e gerenciamento
Os profissionais devem estar aptos a tomar iniciativas, fazer o gerenciamento e administração tanto da força de trabalho, quanto dos recursos físicos e materiais da informação, da mesma forma que devem estar aptos a serem empreendedores, gestores, empregadores ou lideranças na equipe de saúde.
11. Compreensão de si mesmo e do outros
A importância de termos autocompreensão aprofundada e reconhecermos nossas virtudes e limites são o que motiva nossos comportamentos, influencia nossas reações em cada caso e resulta em conseguirmos entender o outro. Para o líder da enfermagem, é relevante a consciência do autoconhecimento a fim de que possa interagir com o grupo e seus pares, cultivando a confiança de todos.
12. Construção de equipes ou times de trabalho
O fundamento da enfermagem é o trabalho em grupo o líder precisa mostrar à equipe a importância desses compartilhamentos, do papel de cada no processo e da abordagem integrada, proporcionando um clima positivo.
13. Conviver com a mudança
A mudança é, atualmente, inevitável em todos os aspectos da vida organizacional, de modo que o líder pode deparar-se, freqüentemente, com penoso dilema ao enfrentar mudanças: por outro lado precisa adaptar-se e, ao mesmo tempo, tem de apresentá-las aos seus colaboradores de maneira que os ajude, também, em sua adaptação.
(Sem fonte bibliográfica)
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ELIZABETE SALMERÃO
FABIANA FELIX REIS
MARIA DO D. ALVES LOPES
MAURA FERREIRA JARDIM
1. Planejamento das ações
O planejamento é um dos instrumentos técnicos do processo de trabalho gerencial, que fundamenta a tomada de decisão e consiste na elaboração de estratégias e ações que visam alcançar um objetivo definido.
As dimensões de poder e ideologia são propostas para o planejamento de saúde, como uma potencialidade transformadora, ao desvelar e explicitar os conteúdos do poder e seus deslocamentos nas ações de saúde.
O planejamento é um processo que auxilia a decidir, de maneira antecipada, o que fazer como fazer, quem, onde e quando fizer, tendo como foco o alcance de objetivos preestabelecido. O líder da enfermagem precisa planejar todas as ações da sua equipe e assessorar o seu comprimento.
2. Promoção e vigilância
Para discutir os resultados encontrados nesta categoria, sob o enfoque da promoção e vigilância em saúde, buscou-se o embasamento da percepção sobre saúde como "o jeito de andar a vida", no qual intervêm os problemas sociais complexos através de suas inúmeras variáveis. Considera-se a epidemiologia social como o processo de saúde/doença, entendido como expressão do processo social, onde as desigualdades, o sofrer e adoecer entre os grupos de pessoas são considerados como decorrentes das diferenças de classes sociais.
3. Abordagem integral do ser humano/família/grupo social
No modelo de atenção à saúde, a Estratégia Saúde da Família (ESF) foi estabelecida como uma tática para a reorganização da prática assistencial e rompe com o paradigma da atenção individualista e curativa. Neste contexto, a atenção centrada na família e no ser humano, inserido e considerado em seu ambiente social, busca a intervenção nas necessidades de saúde além das práticas curativas.
4. Abordagem da gestão do trabalho em saúde
Dentro, deste contexto as novas competências necessárias dos profissionais estão expostas, o que implica "redefinir as formas de recrutar, selecionar, treinar e manter os profissionais em suas respectivas atividades, impondo a criação de instrumentos gerenciais", que incidirão na incorporação e remuneração da força de trabalho, notadamente, pela multiplicidade de vínculos trabalhistas.
5. Atenção à saúde
Os profissionais de saúde, dentro de seu âmbito, devem estar aptos a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo. Cada profissional deve assegurar que sua prática seja realizada de forma integrada e contínua com as demais instâncias do sistema de saúde, sendo capaz de pensar criticamente, de analisar os problemas da sociedade e de procurar soluções para eles.
6. Tomada de decisão
Almejada para o profissional de saúde é a tomada de decisão. "O trabalho dos profissionais de saúde deve estar fundamentado na capacidade de tomar decisões, visando o uso apropriado, eficácia e custo–efetividade, da força de trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de práticas. Para este fim, eles devem possuir competências e habilidades para avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas.
7. Liderança
A liderança é tida como uma das principais competências a serem adquiridas pelo profissional de saúde. No trabalho em equipe multiprofissional, os profissionais de saúde deverão estar aptos a assumir posições de liderança, sempre tendo em vista o bem–estar da comunidade. A liderança envolve compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade para tomada de decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e eficaz.
8. Educação permanente
O exercício da competência 'educação permanente' é responsabilidade do profissional de saúde associada ao papel da universidade e das políticas institucionais. Os profissionais devem ser capazes de aprender continuamente, tanto na sua formação, quanto na sua prática.
9. Comunicação
Comunicação é a troca de informações, fatos, idéias e significados. Entre os componentes de uma comunicação estão à mensagem, o comunicador, o receptor, e meio a urgência da mensagem, a experiência e a habilidade do emissor, e a imagem que este tem do receptor. Mas, a maior interferência na comunicação ocorre por conta dos ruídos de interpretação, capazes de distorcer a mensagem durante o processo comunicativo.
A comunicação interpessoal é uma das mais valiosas e menos compreendidas competências gerenciais, de maneira que saber quando e como compartilha informações requer complexa compreensão das pessoas e das situações. O processo comunicativo pode ser utilizado para informar, coordenar e motivar pessoas é uma das ferramentas de trabalho da enfermagem.
10. Administração e gerenciamento
Os profissionais devem estar aptos a tomar iniciativas, fazer o gerenciamento e administração tanto da força de trabalho, quanto dos recursos físicos e materiais da informação, da mesma forma que devem estar aptos a serem empreendedores, gestores, empregadores ou lideranças na equipe de saúde.
11. Compreensão de si mesmo e do outros
A importância de termos autocompreensão aprofundada e reconhecermos nossas virtudes e limites são o que motiva nossos comportamentos, influencia nossas reações em cada caso e resulta em conseguirmos entender o outro. Para o líder da enfermagem, é relevante a consciência do autoconhecimento a fim de que possa interagir com o grupo e seus pares, cultivando a confiança de todos.
12. Construção de equipes ou times de trabalho
O fundamento da enfermagem é o trabalho em grupo o líder precisa mostrar à equipe a importância desses compartilhamentos, do papel de cada no processo e da abordagem integrada, proporcionando um clima positivo.
13. Conviver com a mudança
A mudança é, atualmente, inevitável em todos os aspectos da vida organizacional, de modo que o líder pode deparar-se, freqüentemente, com penoso dilema ao enfrentar mudanças: por outro lado precisa adaptar-se e, ao mesmo tempo, tem de apresentá-las aos seus colaboradores de maneira que os ajude, também, em sua adaptação.
(Sem fonte bibliográfica)
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Competências Gerenciais do Enfermeiro
GRUPO:
Andressa Oliveira Areco
Natalia Cotovia Pimentel
Paulo Roberto Nicolau Albano
Entendem-se as Competências Gerenciais do Enfermeiro como os 10 mandamentos do profissional de saúde. O que deverá ser levado em conta, o que priorizar e como comportar-se como profissional.
As competências são apontadas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) e auxiliam profissionais a atuarem em áreas de Gestão de saúde.
● Atenção à saúde
Pode ser entendida como o processo indireto da gerência. A qualidade da assistência à saúde carece de recursos humanos como organização e controle. O trabalho do enfermeiro consiste em unir o cuidado com o gerenciamento, que são os pontos principais a serem evidenciados.
“O gerenciamento realizado pelo enfermeiro resulta da composição histórica da força de trabalho em enfermagem que sempre promoveu sua divisão técnica e social. Seja pelas vantagens obtidas ao ocupar espaços de poder mais elevados nessa cadeia hierárquica ou pela cisão provocada entre gerenciamento e execução desde os primórdios da Enfermagem Moderna, o processo de trabalho gerencial foi mantido como privativo do enfermeiro, reforçando o status quo dessa categoria profissional aliado à garantia de sua responsabilidade legal sobre a equipe”.
Aida Maris PeresI & Maria Helena Trench iampone
● Tomada de decisão
Existem certos fatores que devem ser evidenciados para que exista o alcance da tomada de decisões. Deve-se conhecer a instituição, suas missões, conceitos e objetivos éticos, manter o padrão de planejamento: recursos, idéias e criação de cronogramas.
Algumas técnicas para tomar decisões compõem-se de: pensamento crítico, racionalidade para avaliação de julgamentos e propostas para novas estratégias e decisões.
● Liderança
O profissional de saúde, deverá também estar apto a assumir cargos e responsabilidades de liderança. Habilidades psicológicas como: empatia, responsabilidade, tomada de decisões e voz ativa, são essenciais para aqueles que ocupam ou pretendem ocupar tais cargos.
É imprescindível que profissionais mantenham ordens éticas como planejamento, estratégias gerenciais, estrutura organizacional, gerência de pessoas, processo decisório, administração do tempo, gerenciamento de conflito, negociação, poder e comunicação.
● Educação permanente
Trata-se da responsabilidade do profissional de associar saúde ao papel da universidade e das políticas institucionais, caracterizada por possuir um público alvo multiprofissional, voltada para uma prática institucionalizada, focada nos problemas de saúde, com o objetivo de transformar a práticas técnicas e sociais.
O profissional deve manter-se atualizado quanto novidades e técnicas. Administrativamente fatores como: planejamento, políticas de desenvolvimento de recursos humanos, conhecimento do processo de trabalho, métodos organizacionais, trabalho em equipe e comunicação.
● Comunicação
Um bom líder constrói o ambiente de trabalho para que a equipe flua de forma uniforme e padrão.
“A importância da informação em saúde destaca–se pela visão epidemiológica que propicia ao enfermeiro identificar problemas individuais e coletivos na população, relacionados como elementos para a análise da situação encontrada, subsidiando a busca de possíveis alternativas de encaminhamento e planejamento para a resolução dos problemas encontrados”.
Aida Maris PeresI & Maria Helena Trench Ciampone
Manter um bom relacionamento com os membros da instituição e com a equipe, faz de um profissional, um líder. Administrar conflitos, escuta ativa e manter padrões de comunicação, é a postura que deverá ser adotada pelos profissionais.
● Administração e Gerenciamento
Pró atividade pode ser considerada uma das palavras-chave da postura de um profissional de saúde. É o enfermeiro quem muitas vezes está responsável pela organização e coordenação de atividades dentro dos hospitais.
Tomar iniciativas e gerenciar a força de trabalho, são fatores que auxiliarão todos no ambiente profissional.
Competências Elencadas
Os serviços de saúde, em especial os hospitais, que tradicionalmente procuram adequar-se aos novos modelos advindos das indústrias, vêm introduzindo novas ferramentas gerenciais, criando um novo panorama.
Neste contexto de mudanças constantes, o perfil profissional exigido sofreu alterações, adaptar-se a novas situações, ser flexível e ter capacidade de relacionamento, assumir desafios, parecem ser requisitos necessários para o gestor do novo milênio.
Competências têm significados distintos, tanto ligados às tarefas e aos seus resultados, como também as características das pessoas, sendo assim muitos autores têm enfatizado a necessidade do desenvolvimento de competências específicas, o que engloba tanto a pessoa como a empresa, pois para desempenhar de maneira efetiva as competências gerenciais é necessário antes que o gestor procure o seu auto-desenvolvimento bem como o de sua equipe. Estes ainda têm destacado competências individuais necessárias ao gestor como: Liderança, persuasão, trabalho em equipe, criatividade, tomada de decisão, dentre outros. Essas competências também são assim elencadas como:
• Saber agir
• Mobilização
• Comunicação
• Aprendizado
• Comprometimento
• Assumir responsabilidades
• Visão estratégica
• Poder pessoal e efetividade interpessoal
• Gestão Financeira e de Recursos Humanos
• Pensamento Sistematizador
BIBLIOGRAFIA
Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-07072006000300015
Fonte: http://www.scielo.br/pdf/tce/v15n3/v15n3a13.pdf
POSTADO POR CIDA
Andressa Oliveira Areco
Natalia Cotovia Pimentel
Paulo Roberto Nicolau Albano
Entendem-se as Competências Gerenciais do Enfermeiro como os 10 mandamentos do profissional de saúde. O que deverá ser levado em conta, o que priorizar e como comportar-se como profissional.
As competências são apontadas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) e auxiliam profissionais a atuarem em áreas de Gestão de saúde.
● Atenção à saúde
Pode ser entendida como o processo indireto da gerência. A qualidade da assistência à saúde carece de recursos humanos como organização e controle. O trabalho do enfermeiro consiste em unir o cuidado com o gerenciamento, que são os pontos principais a serem evidenciados.
“O gerenciamento realizado pelo enfermeiro resulta da composição histórica da força de trabalho em enfermagem que sempre promoveu sua divisão técnica e social. Seja pelas vantagens obtidas ao ocupar espaços de poder mais elevados nessa cadeia hierárquica ou pela cisão provocada entre gerenciamento e execução desde os primórdios da Enfermagem Moderna, o processo de trabalho gerencial foi mantido como privativo do enfermeiro, reforçando o status quo dessa categoria profissional aliado à garantia de sua responsabilidade legal sobre a equipe”.
Aida Maris PeresI & Maria Helena Trench iampone
● Tomada de decisão
Existem certos fatores que devem ser evidenciados para que exista o alcance da tomada de decisões. Deve-se conhecer a instituição, suas missões, conceitos e objetivos éticos, manter o padrão de planejamento: recursos, idéias e criação de cronogramas.
Algumas técnicas para tomar decisões compõem-se de: pensamento crítico, racionalidade para avaliação de julgamentos e propostas para novas estratégias e decisões.
● Liderança
O profissional de saúde, deverá também estar apto a assumir cargos e responsabilidades de liderança. Habilidades psicológicas como: empatia, responsabilidade, tomada de decisões e voz ativa, são essenciais para aqueles que ocupam ou pretendem ocupar tais cargos.
É imprescindível que profissionais mantenham ordens éticas como planejamento, estratégias gerenciais, estrutura organizacional, gerência de pessoas, processo decisório, administração do tempo, gerenciamento de conflito, negociação, poder e comunicação.
● Educação permanente
Trata-se da responsabilidade do profissional de associar saúde ao papel da universidade e das políticas institucionais, caracterizada por possuir um público alvo multiprofissional, voltada para uma prática institucionalizada, focada nos problemas de saúde, com o objetivo de transformar a práticas técnicas e sociais.
O profissional deve manter-se atualizado quanto novidades e técnicas. Administrativamente fatores como: planejamento, políticas de desenvolvimento de recursos humanos, conhecimento do processo de trabalho, métodos organizacionais, trabalho em equipe e comunicação.
● Comunicação
Um bom líder constrói o ambiente de trabalho para que a equipe flua de forma uniforme e padrão.
“A importância da informação em saúde destaca–se pela visão epidemiológica que propicia ao enfermeiro identificar problemas individuais e coletivos na população, relacionados como elementos para a análise da situação encontrada, subsidiando a busca de possíveis alternativas de encaminhamento e planejamento para a resolução dos problemas encontrados”.
Aida Maris PeresI & Maria Helena Trench Ciampone
Manter um bom relacionamento com os membros da instituição e com a equipe, faz de um profissional, um líder. Administrar conflitos, escuta ativa e manter padrões de comunicação, é a postura que deverá ser adotada pelos profissionais.
● Administração e Gerenciamento
Pró atividade pode ser considerada uma das palavras-chave da postura de um profissional de saúde. É o enfermeiro quem muitas vezes está responsável pela organização e coordenação de atividades dentro dos hospitais.
Tomar iniciativas e gerenciar a força de trabalho, são fatores que auxiliarão todos no ambiente profissional.
Competências Elencadas
Os serviços de saúde, em especial os hospitais, que tradicionalmente procuram adequar-se aos novos modelos advindos das indústrias, vêm introduzindo novas ferramentas gerenciais, criando um novo panorama.
Neste contexto de mudanças constantes, o perfil profissional exigido sofreu alterações, adaptar-se a novas situações, ser flexível e ter capacidade de relacionamento, assumir desafios, parecem ser requisitos necessários para o gestor do novo milênio.
Competências têm significados distintos, tanto ligados às tarefas e aos seus resultados, como também as características das pessoas, sendo assim muitos autores têm enfatizado a necessidade do desenvolvimento de competências específicas, o que engloba tanto a pessoa como a empresa, pois para desempenhar de maneira efetiva as competências gerenciais é necessário antes que o gestor procure o seu auto-desenvolvimento bem como o de sua equipe. Estes ainda têm destacado competências individuais necessárias ao gestor como: Liderança, persuasão, trabalho em equipe, criatividade, tomada de decisão, dentre outros. Essas competências também são assim elencadas como:
• Saber agir
• Mobilização
• Comunicação
• Aprendizado
• Comprometimento
• Assumir responsabilidades
• Visão estratégica
• Poder pessoal e efetividade interpessoal
• Gestão Financeira e de Recursos Humanos
• Pensamento Sistematizador
BIBLIOGRAFIA
Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-07072006000300015
Fonte: http://www.scielo.br/pdf/tce/v15n3/v15n3a13.pdf
POSTADO POR CIDA
Competências Gerenciais de Enfermagem
GRUPO:
GEILZA PEREIRA DO CARMO
JAMILLE APª SILVA DE OLIVEIRA
SIDMARIA LUZ LORENO
1-Direção do órgão de Enfermagem Integrante da estrutura básica da instituição de saúde, pública ou privada, e chefia de serviço e de unidade de enfermagem;
2-Organização e direção dos serviços de Enfermagem e de suas atividades técnicas e auxiliares nas empresas prestadoras desses serviços;
Confere uma nova atitude prática mais condizente com a nossa visão. Porque os Enfermeiros tem a total capacidade de assumir responsabilidade pela promoção e proteção de valores, os quais são utilizados na condução do trabalho, e nas tomadas decisões e ao mesmo tempo oferecem uma estrutura para dar suporte e autonomia ao trabalho. Por isso é preciso habilidade comunicar – se compreender informações, deliberar sobre sua escolha, pois a ação do Enfermeiro deverá ser com conhecimento atualizado, assistência qualificada ao ser humano. O Enfermeiro procura alcançar por meio da ação, o bem do homem e integra-se as questões éticas no seu agir onde ele procura a humanização do trabalho organizado.
3-Planejamento, organização, coordenação, execução e avaliação dos serviços de assistência de Enfermagem;
Justifica – se que o Enfermeiro tem que conhecer, sua equipe de Enfermagem, Médicos, Administração do hospital fornecer recursos necessários aos médicos e para sua equipe de Enfermagem, por isso é preciso executar tais ordens ou transmiti – lás á outros departamentos do hospital, sempre cumprindo sua ação controladora e gerencial. O Enfermeiro precisa fazer um planejamento para alcançar suas metas, o enfermeiro tem que estar organizado para planejar. È preciso trabalhar em equipe e as pessoas precisam estar motivadas. Qualquer ação e qualquer proposta na unidade ou no Hospital onde é preciso planejar.
4-Consultoria, auditoria e emissão de parecer sobre matéria de Enfermagem;
a)Consulta de Enfermagem;
b)Prescrição da Assistência de Enfermagem;
O Enfermeiro tem que estar preparado na promoção da segurança do paciente e emissão do paciente por isso ele planeja faz consulta de Enfermagem, e tem que ser hábil na assistência de Enfermagem ele planeja um engajamento do paciente, como um compromisso para informar aconselhar e apoiar o envolvimento do paciente para promoção de sua segurança no sistema de saúde.
5-Cuidados diretos de Enfermagem a pacientes graves com risco de vida;
6-Cuidados de Enfermagem de maior complexidade técnica e que exijam conhecimentos de base cientifica e capacidade de tomar decisões imediatas;
7-Como integrante da Equipe de saúde:
a)Participação no planejamento, execução e avaliação da programação de saúde;
8–Participação na elaboração, execução e avaliação dos planos assistenciais de saúde;
9–Prescrição de Medicamentos estabelecidos em programas de saúde pública e em rotina aprovada pela instituição de saúde;
10-Prevenção e controle sistemático de infecção hospitalar e de doenças transmissíveis em geral, Prevenção e controle sistemático de danos que possam ser causados á clientela durante a assistência de Enfermagem;
O Enfermeiro passa segurança ao paciente e promover ações que resultem em transformações, o Enfermeiro identifica e realiza os cuidados e a assistência prestada ao paciente,promove execução e elaboração aos cuidados para evitar danos maiores ao meu paciente. Ele transmite informações claras e objetivas, registrando pontos de relevância que promova a continuidade do cuidado. .
Fontes: Principais Legislações para o Exercício da Enfermagem
Conselho Regional de Enfermagem
2007/2008
Fontes: AUXILIADORA COSTA MENDES, RUSSO, TADEU; aspectos Éticos na ação gerencial do Enfermeiro, Ver. Latino – Am. Enfermagem. Vol.10 nº 1 – Ribeirão Preto – Jan.2002.
POSTADO POR CIDA
GEILZA PEREIRA DO CARMO
JAMILLE APª SILVA DE OLIVEIRA
SIDMARIA LUZ LORENO
1-Direção do órgão de Enfermagem Integrante da estrutura básica da instituição de saúde, pública ou privada, e chefia de serviço e de unidade de enfermagem;
2-Organização e direção dos serviços de Enfermagem e de suas atividades técnicas e auxiliares nas empresas prestadoras desses serviços;
Confere uma nova atitude prática mais condizente com a nossa visão. Porque os Enfermeiros tem a total capacidade de assumir responsabilidade pela promoção e proteção de valores, os quais são utilizados na condução do trabalho, e nas tomadas decisões e ao mesmo tempo oferecem uma estrutura para dar suporte e autonomia ao trabalho. Por isso é preciso habilidade comunicar – se compreender informações, deliberar sobre sua escolha, pois a ação do Enfermeiro deverá ser com conhecimento atualizado, assistência qualificada ao ser humano. O Enfermeiro procura alcançar por meio da ação, o bem do homem e integra-se as questões éticas no seu agir onde ele procura a humanização do trabalho organizado.
3-Planejamento, organização, coordenação, execução e avaliação dos serviços de assistência de Enfermagem;
Justifica – se que o Enfermeiro tem que conhecer, sua equipe de Enfermagem, Médicos, Administração do hospital fornecer recursos necessários aos médicos e para sua equipe de Enfermagem, por isso é preciso executar tais ordens ou transmiti – lás á outros departamentos do hospital, sempre cumprindo sua ação controladora e gerencial. O Enfermeiro precisa fazer um planejamento para alcançar suas metas, o enfermeiro tem que estar organizado para planejar. È preciso trabalhar em equipe e as pessoas precisam estar motivadas. Qualquer ação e qualquer proposta na unidade ou no Hospital onde é preciso planejar.
4-Consultoria, auditoria e emissão de parecer sobre matéria de Enfermagem;
a)Consulta de Enfermagem;
b)Prescrição da Assistência de Enfermagem;
O Enfermeiro tem que estar preparado na promoção da segurança do paciente e emissão do paciente por isso ele planeja faz consulta de Enfermagem, e tem que ser hábil na assistência de Enfermagem ele planeja um engajamento do paciente, como um compromisso para informar aconselhar e apoiar o envolvimento do paciente para promoção de sua segurança no sistema de saúde.
5-Cuidados diretos de Enfermagem a pacientes graves com risco de vida;
6-Cuidados de Enfermagem de maior complexidade técnica e que exijam conhecimentos de base cientifica e capacidade de tomar decisões imediatas;
7-Como integrante da Equipe de saúde:
a)Participação no planejamento, execução e avaliação da programação de saúde;
8–Participação na elaboração, execução e avaliação dos planos assistenciais de saúde;
9–Prescrição de Medicamentos estabelecidos em programas de saúde pública e em rotina aprovada pela instituição de saúde;
10-Prevenção e controle sistemático de infecção hospitalar e de doenças transmissíveis em geral, Prevenção e controle sistemático de danos que possam ser causados á clientela durante a assistência de Enfermagem;
O Enfermeiro passa segurança ao paciente e promover ações que resultem em transformações, o Enfermeiro identifica e realiza os cuidados e a assistência prestada ao paciente,promove execução e elaboração aos cuidados para evitar danos maiores ao meu paciente. Ele transmite informações claras e objetivas, registrando pontos de relevância que promova a continuidade do cuidado. .
Fontes: Principais Legislações para o Exercício da Enfermagem
Conselho Regional de Enfermagem
2007/2008
Fontes: AUXILIADORA COSTA MENDES, RUSSO, TADEU; aspectos Éticos na ação gerencial do Enfermeiro, Ver. Latino – Am. Enfermagem. Vol.10 nº 1 – Ribeirão Preto – Jan.2002.
POSTADO POR CIDA
COMPETÊNCIAS GERAIS DO ENFERMEIRO.
GRUPO:
JORDÂNIA RODRIGUES ALVES
KÁTIA CRISTINA NERI
RITA DE CÁSSIA DA SILVA
ROSÂNGELA SANTOS DA SILVA
1. Planejamento: planeja as ações assistenciais e gerenciais de acordo com as necessidades identificadas na área/unidade de atuação, coordena as atividades previstas em função dos prazos e dos recursos disponíveis, correlacionando os resultados aos objetivos estabelecidos.
2. Tomada de decisão: identifica situações problemáticas no cotidiano da área/unidade, analisando as causas e conseqüências e propõe ações viáveis para a sua resolutividade.
3. Supervisão: analisa as potencialidades e limitações da equipe de enfermagem considerando as condições de trabalho. Busca estratégias educativas para orientação imediata/pontual e promoção do desenvolvimento da equipe de enfermagem.
4. Administração de recursos humanos: analisa os aspectos quantitativo e qualitativo de pessoal de enfermagem na área/unidade, correlacionando-os aos critérios de distribuição diária e mensal dos funcionários.
5. Administração de recursos materiais: analisa as atividades de previsão, aquisição, provisão, controle e avaliação do fluxo gerencial de recursos materiais na área/unidade.
6. Sistema de informação: reconhece os meios e os instrumentos do fluxo das informações interpretando a eficiência/eficácia no processo de comunicação na área/ unidade.
7. Relacionamento interpessoal: interage com o cliente, família e profissionais, fazendo-se compreender e ser compreendido.Respeita a individualidade das pessoas conseguindo identificar situações de conflito, propondo estratégias de negociação. É colaborativo no desenvolvimento do trabalho em equipe.
8. Responsabilidade: assume compromisso ético-legal no exercício de suas atividades. Possui discernimento quanto às competências que deve exercer na unidade e quanto ao conhecimento técnico-científico. É assíduo e pontual.
9. Envolvimento: Possuí interesse e investe em seu desenvolvimento. Compreende a política e a filosofia institucional/Enfermagem procurando e aproveitando as oportunidades de desenvolvimento proporcionadas pelo campo de prática.
10. Estudo de caso: pertinência e relevância do problema selecionado. Planejamento, análise e avaliação da intervenção.
Fonte________http://www.scielo.br/
POSTADO POR CIDA
JORDÂNIA RODRIGUES ALVES
KÁTIA CRISTINA NERI
RITA DE CÁSSIA DA SILVA
ROSÂNGELA SANTOS DA SILVA
1. Planejamento: planeja as ações assistenciais e gerenciais de acordo com as necessidades identificadas na área/unidade de atuação, coordena as atividades previstas em função dos prazos e dos recursos disponíveis, correlacionando os resultados aos objetivos estabelecidos.
2. Tomada de decisão: identifica situações problemáticas no cotidiano da área/unidade, analisando as causas e conseqüências e propõe ações viáveis para a sua resolutividade.
3. Supervisão: analisa as potencialidades e limitações da equipe de enfermagem considerando as condições de trabalho. Busca estratégias educativas para orientação imediata/pontual e promoção do desenvolvimento da equipe de enfermagem.
4. Administração de recursos humanos: analisa os aspectos quantitativo e qualitativo de pessoal de enfermagem na área/unidade, correlacionando-os aos critérios de distribuição diária e mensal dos funcionários.
5. Administração de recursos materiais: analisa as atividades de previsão, aquisição, provisão, controle e avaliação do fluxo gerencial de recursos materiais na área/unidade.
6. Sistema de informação: reconhece os meios e os instrumentos do fluxo das informações interpretando a eficiência/eficácia no processo de comunicação na área/ unidade.
7. Relacionamento interpessoal: interage com o cliente, família e profissionais, fazendo-se compreender e ser compreendido.Respeita a individualidade das pessoas conseguindo identificar situações de conflito, propondo estratégias de negociação. É colaborativo no desenvolvimento do trabalho em equipe.
8. Responsabilidade: assume compromisso ético-legal no exercício de suas atividades. Possui discernimento quanto às competências que deve exercer na unidade e quanto ao conhecimento técnico-científico. É assíduo e pontual.
9. Envolvimento: Possuí interesse e investe em seu desenvolvimento. Compreende a política e a filosofia institucional/Enfermagem procurando e aproveitando as oportunidades de desenvolvimento proporcionadas pelo campo de prática.
10. Estudo de caso: pertinência e relevância do problema selecionado. Planejamento, análise e avaliação da intervenção.
Fonte________http://www.scielo.br/
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